Vejo uma paisagem infernal,
caos concretizado pelo terror
de um homem unilateral
que a todos burlou
ao dizer que estaria apaziguando
os povos com a destreza de um mediador,
porém, sempre esteve, por dentro, almejando
os lucros de uma paz.
Ter o poder gera a morte espiritual
quando findado sobre o fraco
de forma incondicional,
anulando a sua fé, pois estará se curvando
ante um insípido holocausto
que vai o execrando;
morrer ou sobreviver, sim,
nesta circunstância, é loucura.
O que somos? Somos mercadorias sempre à venda.
O que somos? Somos mercadorias descartáveis.
E o que temos? Temos força pra agir nesta contenda.
E o que temos? Temos força pra ser indomáveis.
Tal homem até tenta se camuflar
com falsas vistosas atitudes,
porém a verdade prevalece
quando o espelho nos revela
a sua imagem despida,
cheia de anormalidade,
corpo que se atropela.
Deixando o futuro em suas mãos
findaremos num labirinto
onde os caminhos entrelaçados
nos distanciam de uma saída;
a incerteza castiga
a tola mentalidade
que se dá por vencida.
Este é apenas o início do fim,
tudo está se cumprindo
conforme diz a sagrada escritura.
Nossa força está no dobrar dos joelhos,
não será qualquer peste
que irá nos execrar,
irá nos execrar,
irá nos execrar;
a salvação está presente
em meio a tanta dor.
Saibam que as nuvens negras
serão totalmente exterminadas
pelo sopro oriundo
dos lábio de um recomeço;
tal brisa singular
trará pra calamidade
a paz que não tem preço.
Essa glória indescritível
apenas é dada a quem vencer
a sua batalha interior
(o maior inimigo é o "eu")
às vezes, eu sei, pecamos
quando a dificuldade
alcança o seu apogeu.
A falta de fé é um indício que o fim
estará comprimindo
a vida à uma rekes fundura.
Nossa força está no dobrar dos joelhos,
não será qualquer peste
que irá nos execrar,
irá nos execrar,
irá nos execrar;
a salvação está presente
em meio a tanta dor.
Depois desta transição
nossos olhos serão abertos,
o mistério se anulará
ao voarmos sem ter receio
em direção ao Pai
que abalou a seriedade
dos sábios em seu meio.
domingo, 13 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Tragédia ambiental
O odor da tragédia empesteia o ar
inoculando o mal em vidas inocentes,
que sufocadas, acabam por agonizar.
Um gesto estranho de se lastimar
ocorre na distribuição de máscaras
para os infectados poderem respirar.
Tal gesto insano de tentar remediar
quando a vida é quase inexistente,
sabendo no íntimo que poderia ter tudo evitado,
carrega um "status" de molestador,
carrega um "status" de execrador
de vidas humanas inauditas.
O odor da tragédia há de dissipar
esperançosos sonhos em vidas doentes,
que na morte, preferem descansar.
Um gesto estranho de se retratar
ocorre num belo afago de palavras
para os infectados poderem perdoar.
Tal gesto insano de tentar argumentar
quando o fato é mais que evidente,
sabendo no íntimo que tal fato há de ser imputado,
carrega um "status" de covarde,
reles "status" com nenhum alarde
perdurado por semanas infinitas.
Tudo pode ser aguardado
por quem renega o coração,
por quem renega a razão,
por quem renega a vida então,
por ser apadrinhado pela morte e
por ser primogênito da perdição.
Quem dera a luz o inflamasse
para que se livrasse das trevas
para quem em perfeito juizo
se curasse de todas as mazelas.
Só depende dele querer
toda a verdade entender;
só depende dele querer
nesta verdade se envolver.
inoculando o mal em vidas inocentes,
que sufocadas, acabam por agonizar.
Um gesto estranho de se lastimar
ocorre na distribuição de máscaras
para os infectados poderem respirar.
Tal gesto insano de tentar remediar
quando a vida é quase inexistente,
sabendo no íntimo que poderia ter tudo evitado,
carrega um "status" de molestador,
carrega um "status" de execrador
de vidas humanas inauditas.
O odor da tragédia há de dissipar
esperançosos sonhos em vidas doentes,
que na morte, preferem descansar.
Um gesto estranho de se retratar
ocorre num belo afago de palavras
para os infectados poderem perdoar.
Tal gesto insano de tentar argumentar
quando o fato é mais que evidente,
sabendo no íntimo que tal fato há de ser imputado,
carrega um "status" de covarde,
reles "status" com nenhum alarde
perdurado por semanas infinitas.
Tudo pode ser aguardado
por quem renega o coração,
por quem renega a razão,
por quem renega a vida então,
por ser apadrinhado pela morte e
por ser primogênito da perdição.
Quem dera a luz o inflamasse
para que se livrasse das trevas
para quem em perfeito juizo
se curasse de todas as mazelas.
Só depende dele querer
toda a verdade entender;
só depende dele querer
nesta verdade se envolver.
Rosa
Inusitada beleza essa flor possui
centralizada num mundo cinzento;
por seus inefáveis atributos és gloriosa
e todo o olho se volta pro prazer
que a tal desperta se inflamando
da loucura do impossível querer
seu cheiro sentir, acariciá-la sim,
ter a honra de poder servi-la;
por seu simbolismo és vermelha,
paixão que supre o presente vazio
fortalecendo o coração caído
dando lindo final pro triste início.
centralizada num mundo cinzento;
por seus inefáveis atributos és gloriosa
e todo o olho se volta pro prazer
que a tal desperta se inflamando
da loucura do impossível querer
seu cheiro sentir, acariciá-la sim,
ter a honra de poder servi-la;
por seu simbolismo és vermelha,
paixão que supre o presente vazio
fortalecendo o coração caído
dando lindo final pro triste início.
Pesadelos
Em mim cresceu um mito
que perfura as entranhas;
tentei desfigura-lo
mas consegui apenas o caos
como a ferrugem...
Este me jogou num círculo
que arde em chamas;
olhando pra cima e pra baixo
notei incontáveis degraus
que se iludem...
Tal mundo imaginário,
obscuro e obsoleto,
me cercou com a maldade
intentando contra a exatidão.
Mas a voz fala mais alto
no imperativo dum arauto.
E o pesadelo se torna real
após um repouso na alcôva
do desespero
com o ocultismo anormal
que cultua uma fé em anedotas
sem tempero.
Nesta febre quero a velha
manta que traz a calma;
já estou estressado
com estas visões funduras
que me ameaçam...
Estou num fio sobre a garganta
que engole a alma;
se olho pra frente ou pra trás,
só noto estranhas criaturas
quem me balaçam...
Quantos dias e quantas noites
terei que encontrar
com a lucidez degolada
pela foice dum ladrão?
Pois a voz fala mais alto
no imperativo dum arauto.
Mas a cabeça é um troféu
pro ser abstrato guiado
pelo vento
que o elva como um réu
apagando sua má fé nas palavras
de alento.
O descanso eterno
só encontrarei numa cova
soterrada pela censura
que imortalizao silêncio?
Protestando contra esta
prepotência sem limites
talvez consiga ressurgir
o que foi usurpado.
A força da lucidez
que me faz enxergar
além dos sonhos...
A força da lucidez
que me joga nos braços
de quem é maior...
Brilho celeste que ilumina
o inferno da vida.
que perfura as entranhas;
tentei desfigura-lo
mas consegui apenas o caos
como a ferrugem...
Este me jogou num círculo
que arde em chamas;
olhando pra cima e pra baixo
notei incontáveis degraus
que se iludem...
Tal mundo imaginário,
obscuro e obsoleto,
me cercou com a maldade
intentando contra a exatidão.
Mas a voz fala mais alto
no imperativo dum arauto.
E o pesadelo se torna real
após um repouso na alcôva
do desespero
com o ocultismo anormal
que cultua uma fé em anedotas
sem tempero.
Nesta febre quero a velha
manta que traz a calma;
já estou estressado
com estas visões funduras
que me ameaçam...
Estou num fio sobre a garganta
que engole a alma;
se olho pra frente ou pra trás,
só noto estranhas criaturas
quem me balaçam...
Quantos dias e quantas noites
terei que encontrar
com a lucidez degolada
pela foice dum ladrão?
Pois a voz fala mais alto
no imperativo dum arauto.
Mas a cabeça é um troféu
pro ser abstrato guiado
pelo vento
que o elva como um réu
apagando sua má fé nas palavras
de alento.
O descanso eterno
só encontrarei numa cova
soterrada pela censura
que imortalizao silêncio?
Protestando contra esta
prepotência sem limites
talvez consiga ressurgir
o que foi usurpado.
A força da lucidez
que me faz enxergar
além dos sonhos...
A força da lucidez
que me joga nos braços
de quem é maior...
Brilho celeste que ilumina
o inferno da vida.
Chama do amor
Estar centralizada em você
toda beleza, maravilhoso é,
princesa minha...
Te entregar incondicionalmente
minha devoção, caloroso é,
futuro meu...
A chama do amor em meu peito
se alastrando, incontrolável é,
loucura minha...
Desejo sucumbido pela vida,
tão forte, indescritível é,
tormento meu...
Tomar-lhe em meus braços
tocando meus lábios nos seus,
unificando sentimentos
imortalizando a chama do amor;
mergulhar no mar da emoção
refrescando minha alma
como um vivífica sonhador...
toda beleza, maravilhoso é,
princesa minha...
Te entregar incondicionalmente
minha devoção, caloroso é,
futuro meu...
A chama do amor em meu peito
se alastrando, incontrolável é,
loucura minha...
Desejo sucumbido pela vida,
tão forte, indescritível é,
tormento meu...
Tomar-lhe em meus braços
tocando meus lábios nos seus,
unificando sentimentos
imortalizando a chama do amor;
mergulhar no mar da emoção
refrescando minha alma
como um vivífica sonhador...
...
SEM DESTINO, VAGUEEI TANTAS VEZES
ALMEJANDO O BELO DIA ENCONTRAR,
PORÉM, AO MEU REDOR, NEGRAS NUVENS
TEIMAVAM MEU FUTURO AFUNILAR
PERANTE A MOMENTÂNEA FRAQUEZA.
DEFINHAVA AO ABRIR MEUS OLHOS,
COM LÁGRIMAS, MINHA SEDE SACIAVA;
TOTALMENTE INCOMPLETO ME SENTIA,
SEM A FORÇA QUE NECESSITAVA
PERANTE A DOLOROSA FRAQUEZA.
MEU MUNDO INTENSAMENTE SE MODIFICOU,
QUANDO, EM TEUS LÁBIOS MERGULHEI,
DEIXANDO A CHAMA DO AMOR INCENDIAR,
CRENDO, FINALMENTE NO QUE ALCANCEI,
UMA REALIZAÇÃO, UM LINDO SONHO.
HOJE, JÁ CUMPRIMENTO O BELO DIA
PERANTE FOFAS NUVENS DE ALGODÃO;
NOSSAS VIDAS TOTALMENTE ENTRELAÇADAS,
CORPOS UNIDOS NUMA ÚNICA EMOÇÃO,
UMA FESTIVIDADE, UM LINDO SONHO.
ESTOU SALTITANTE, PAREÇO UM LOUCO
PORQUE TUDO SE RESUME EM TEU NOME,
ALGO FORTE, BEM VIVO, QUE ....;
JÁ NÃO VIVO SOMENTE PRA MIM, E SIM,
PRA VOCÊ, INTENSAMENTE, ....
ALMEJANDO O BELO DIA ENCONTRAR,
PORÉM, AO MEU REDOR, NEGRAS NUVENS
TEIMAVAM MEU FUTURO AFUNILAR
PERANTE A MOMENTÂNEA FRAQUEZA.
DEFINHAVA AO ABRIR MEUS OLHOS,
COM LÁGRIMAS, MINHA SEDE SACIAVA;
TOTALMENTE INCOMPLETO ME SENTIA,
SEM A FORÇA QUE NECESSITAVA
PERANTE A DOLOROSA FRAQUEZA.
MEU MUNDO INTENSAMENTE SE MODIFICOU,
QUANDO, EM TEUS LÁBIOS MERGULHEI,
DEIXANDO A CHAMA DO AMOR INCENDIAR,
CRENDO, FINALMENTE NO QUE ALCANCEI,
UMA REALIZAÇÃO, UM LINDO SONHO.
HOJE, JÁ CUMPRIMENTO O BELO DIA
PERANTE FOFAS NUVENS DE ALGODÃO;
NOSSAS VIDAS TOTALMENTE ENTRELAÇADAS,
CORPOS UNIDOS NUMA ÚNICA EMOÇÃO,
UMA FESTIVIDADE, UM LINDO SONHO.
ESTOU SALTITANTE, PAREÇO UM LOUCO
PORQUE TUDO SE RESUME EM TEU NOME,
ALGO FORTE, BEM VIVO, QUE ....;
JÁ NÃO VIVO SOMENTE PRA MIM, E SIM,
PRA VOCÊ, INTENSAMENTE, ....
Voz
Ouço uma voz potente;
sinto a terra estremecer;
vejo o mundo inabalável.
Será quem alguém me escolheu?
Sigo tentando fugir
mas esta voz continua a insistir,
refugio o desentender
pra novidade não se estabelecer
pois sou cauteloso,
pois sou inseguro.
Talvez seja até atraente
liquidar com o supor indolente;
não será absurdo dar ouvidos
a uma voz desconhecida,
vou, então, me abrir totalmente.
Frases incendiárias
me convenceram de que todas as falhas
afastavam a solução
que salvaria minha situação
muito dolorosa,
muito obscura.
Pra tudo há um porquê,
centamente alguém tudo vê;
não foi absurdo dar ouvidos
à esta voz desconhecida.
Afinal, quem é você
e onde você está?
- Olhe pra si mesmo
e encontrarás uma resposta,
não é alienação, não é.
Bem que tentei fugir
mas você continuou a insistir
abrigando a solução
que salvaria minha situação.
Fui mui cauteloso,
fui mui inseguro;
talvez este seja o porquê:
o supor não ousava entender.
Sim, foi absurdo dar ouvidos
a minha voz desconhecida,
afinal, você esteve
sempre ao meu lado;
não te conhecia
como agora te conheço
meu Pai, autor da voz,
meu Pai.
sinto a terra estremecer;
vejo o mundo inabalável.
Será quem alguém me escolheu?
Sigo tentando fugir
mas esta voz continua a insistir,
refugio o desentender
pra novidade não se estabelecer
pois sou cauteloso,
pois sou inseguro.
Talvez seja até atraente
liquidar com o supor indolente;
não será absurdo dar ouvidos
a uma voz desconhecida,
vou, então, me abrir totalmente.
Frases incendiárias
me convenceram de que todas as falhas
afastavam a solução
que salvaria minha situação
muito dolorosa,
muito obscura.
Pra tudo há um porquê,
centamente alguém tudo vê;
não foi absurdo dar ouvidos
à esta voz desconhecida.
Afinal, quem é você
e onde você está?
- Olhe pra si mesmo
e encontrarás uma resposta,
não é alienação, não é.
Bem que tentei fugir
mas você continuou a insistir
abrigando a solução
que salvaria minha situação.
Fui mui cauteloso,
fui mui inseguro;
talvez este seja o porquê:
o supor não ousava entender.
Sim, foi absurdo dar ouvidos
a minha voz desconhecida,
afinal, você esteve
sempre ao meu lado;
não te conhecia
como agora te conheço
meu Pai, autor da voz,
meu Pai.
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