Abro os meus olhos e vejo mais um dia cinzento,
a esperança desfalece permeio ao mal que alimento
em tantar limitar a ousadia de sonhar.
Ando cabisbaixo martelando o que não entendo,
a loucura se encarrega de me imputar, mesmo sendo,
inocente lutador desprovido de uma cor.
Sonhar é a redenção de quem transborda covardia
quando se apega à abstração, favorecendo um velho dia.
Poder é o fruto da ação que afronta a inércia incubada
dentro de uma reles situação que apensar por mim foi criada.
Agora entendo que o sonho é a lenha da fogueira,
mas o fogo, eu terei que atear;
o sonho não serve como miragem pra sanar o querer,
enclausurando o sentido de estar,
de estar apaixonado por alguém,
que talvez, habite muito além.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
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